segunda-feira, 14 de maio de 2012

Halitose Tratamento do mau hálito



O mau halito não é uma doença e sim um sintoma ocasionado pelo habito incorreto da higiene bucal que pode estar combinado com outros fatores emocionais ou não.


Alguém já comentou que você tem mal hálito?
Você já tentou espionar a si mesmo para tentar identificar se tem o tal do mau hálito? Você desconfiou que logo pela manhã mesmo após escovar os dentes você sente um odor desagradável e acha que é da sua boca?
A melhor coisa a fazer é procurar um profissional que possa diagnosticar se o problema existe. Pois na maioria dos casos as pessoas mais próxima como, amigos e familiares podem não se sentir confortáveis suficiente para lhe falar sobre a presença do mal hálito, pois além de ser uma assunto delicado as pessoas bom ter medo de magoar.
Pesquisa sobre as causa do mau hálito 
Veja que de acordo com a pesquisa realizada pelo Prof. Daniel Van Steemberg (1999), juntamente com uma equipe de gastroenterologistas, otorrinolaringologistas, psiquiatras e periodontistas da Universidade de Leuven/Bélgica, 87% das causas da halitose são de ordem bucal - sendo que 32% estão relacionadas a problemas periodontais. Com o resultado desta pesquisa ficou mais fácil diagnosticar e solucionar o problema do mau hálito.
Não tenha vergonha, procure um dentista!
Geralmente os pacientes portadores de halitose buscam o tratamento odontológico na expectativa de resolver o seu problema de mau hálito, porém muitas vezes o constrangimento o impede de dizer ao dentista o verdadeiro motivo de sua consulta.
Somente com a realização de uma criteriosa analise odontológica é que o profissional propiciará condições para que o paciente sinta-se à vontade para relatar o problema de halitose e detalhar quais as possíveis causas do problema.
Por qual motivo posso ter halitose?
Os fatores podem ser diferentes porém afirma-se que em alguns casos as conseqüências emocionais são fatores que devem ser considerados, pois verifica-se que o portador do mau hálito está, com freqüência, emocionalmente abalado criando um ambiente conveniente para a halitose.
Outros fatores como períodos muito longos em jejum resultam redução da saliva que colabora na formação da placa bacteriana sobre a língua conhecido como saburra lingual (língua branca), que ocorre devido a uma combinação de resto de alimentos e células que se desprendem da mucosa bucal. Onde as bactérias que geram o mau hálito se alimentam destes resíduos e liberando o enxofre em formato de sulforado voláteis que corresponde pela sigla CSV. É neste processo que ocorre a halitose que irá gerar o mau cheiro bucal.
Alguns pensam, imaginam ou houve falar que o mau hálito é gerado pelo estômago. Apos muitos estudos ficou claro que são raros os problemas de halitose gerados pelo sistema gástrico, porém não pode ser descartada a hipótese, caso o paciente tenha problemas de refluxo gástrico, o que facilita na formação da saburra lingual.
Em alguns casos problemas como: diabete, intestino preso, disfunção renal grave e ausência de vitamina C, podem ocasionar na halitose.
Não deixe um simples problema lhe afetar
O mau hálito altera o padrão de comportamento na sua vida social, familiar e de trabalho, levando o paciente a apresentar uma tendência ao isolamento e distanciamento das pessoas queridas.
O medo de ferir aqueles que o cerca com o seu mau hálito é um fantasma constante em suas atividades, afetando drasticamente sua qualidade de vida. Durante a anamnese, deve-se abordar questões relacionadas à história médica, odontológica, hábitos alimentares e sociais do paciente, etc.
A halitose é de origem multifatorial e geralmente está relacionada a fatores sistêmicos, psicogênicos e bucais. Sabe-se hoje que a Gastrite e a Úlcera, que tanta culpa levaram pelas alterações dos odores bucais, foram vítimas de uma grande injustiça!
Como posso melhorar meu mau hálito que acontece só de vez em quando?
Quando o mau hálito não é crônico, mas apenas esporádico, devemos observar uma higiene bucal e lingual adequadas, estimular a salivação de maneira fisiológica, sem o uso de medicamentos podendo ser através do uso de balas sem açúcar, gomas de mascar, gotas de suco de limão com um pouco de sal. Além dessas opções existe uma ameixa japonesa, conhecida como "umebochi" que é muito saudável e ajuda muito.
Além disso cuidar da alimentação, tomar água com mais freqüência numa média 4 horas, evitar comer gorduras, condimentos, alimentos com odor carregado, o excesso de proteína ajudam a evitar a proliferação da halitose.
Escovar os dentes após as refeições, usar fio dental e visitar o seu dentista regularmente a cada 6 meses é um ótimo habito. Pois irá preveni-lo não somente do mau hálito como de outras doenças odontológicas
Então, o uso de gomas de mascar melhora o hálito?
Sim. Em primeiro lugar, age como um mascarado do hálito e, em segundo, o que é mais importante, aumenta a salivação.
O mau hálito está relacionado ao estomago?
Com base em diversas pesquisas pode-se afirmar que apenas 1% das causas da Halitose está associada a problemas gástricos. Para o atendimento do paciente portador de halitose, deve-se dispor não só de recursos científicos e tecnológicos como o halímetro, mas principalmente de tempo para compreender e ajudar o paciente a expressar suas queixas e identificar quais os possíveis hábitos que ocasionam no mau hálito.

Como é feito o diagnóstico da halitose?
Cada detalhe poderá ser de grande valia no diagnóstico e tratamento. A halitose não é uma doença e sim um sintoma de uma possível alteração patológica (ex.: doença periodontal, alterações hepáticas, etc), variação fisiológica (ex.: menstruação) ou mesmo de um processo adaptativo do organismo (ex.: jejum prolongado).
O profissional deve estar capacitado para fazer o diagnóstico diferencial entre uma halitose real, uma halitose imaginária e um distúrbio quimiossensitivo.
O não conhecimento dos mecanismos de formação da halitose poderá levar o profissional ao erro de subjugar uma queixa do paciente, a qual está afetando o perfil comportamental do mesmo.
Qual é a causa do mau hálito? 
A halitose não pode ser explicada por um único mecanismo. Existem casos de origem fisiológica (que requerem apenas orientação), patológica (que requerem tratamento), por razões locais (feridas cirúrgicas, cáries, doenças periodontais e outros) ou ainda por razões sistêmicas (diabetes, distúrbios renais, prisão de ventre e outros).São várias as causas e muitas vezes apresentam vários fatores ao mesmo tempo.
Halitose tem cura? 
Claro que tem cura. As vezes, atingir a cura demanda um pouco mais de tempo, mas sempre existe a possibilidade de controle. A maior parte das pessoas crê que qualquer dentista está amplamente informada respeito de mau hálito, o que nem sempre é verdade.
O mesmo pode-se dizer em relação aos médicos. O atendimento nessa área é diferente do atendimento odontológico de rotina. Atualmente, muitos estão bastante interessados e estão investindo em conhecimentos sobre o assunto. Assim, se o seu dentista não se achar em condições de lhe oferecer um excelente atendimento, com certeza saberá encaminhá-lo para um colega que tenha feito esse tipo de treinamento.
Qual é a importância de curar a halitose?
São diversos os motivos. Além da questão da saúde geral do paciente - saúde sistêmica e local - há de se observar a questão social. O indivíduo portador da halitose sofre discriminação em seu grupo social. Ele é vítima freqüente de distanciamento em sua relação afetiva. A halitose agride as pessoas que convivem com o portador privando-o de uma vida melhor.
Por que o portador da halitose não sente o seu próprio hálito?
Porque o olfato se adapta ao odor, por tolerância. O epitélio olfatório rapidamente se cansa ou fadiga, se acostumando ao odor e falhando na percepção (fadiga olfatória). Em pouco tempo, o paciente com halitose se acostuma ao próprio mau hálito.
Após tratamento de úlcera e gastrite, por que o paciente continua com mau hálito? 
Problemas gástricos causarão halitose quando houver refluxo. Segundo pesquisa desenvolvida por equipe multidisciplinar de gastroenterologistas, otorrinolaringologistas e periodontistas da Bélgica, 87% das causas da halitose estão localizadas na região da boca.
Quem são os pacientes com maior tendência a halitose?
Respiradores bucais, pacientes com sangramento gengival (doença periodontal), saburra lingual, alterações sistêmicas (por exemplo diabetes, doenças hepáticas, etc), em dieta ou ainda aqueles que apresentam baixo fluxo salivar.
O que é a saburra lingual? 
É um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que adere ao dorso da língua em maior proporção na região do terço posterior. A saburra equivale a uma placa bacteriana lingual, micro em que os principais organismos presentes são do tipo anaeróbios proteolíticos, os quais, conforme foi explicado para a halitose da manhã, produzem componentes de cheiro desagradável no final de seu metabolismo. É uma película composta de células descamadas, bactérias e detritos alimentares que aderem à superfície da língua. Ela é responsável por grande parte das halitoses. O grande desafio é saber por que ela está se formando, pois mesmo realizando limpeza correta da língua, alguns pacientes poderão continuar apresentando formação acentuada.
Como saber se sou portador de halitose? 
A melhor forma é perguntar a uma pessoa sobre seu convívio e de confiança se o seu hálito está alterado e ou costuma ser forte. O portador que é consciente de sua halitose tem um perfil receoso e angustiado. Há pessoas que apenas acreditam possuir halitose. Para ambas as situações é importante o exame e um perfeito diagnóstico.
A halitose é fruto de má higiene? 
A halitose é um sinalizador de que algo no organismo não está bem. Ou seja, nem sempre a halitose ocorre por falta da melhor higiene bucal. Um paciente que mantenha boa higiene oral mas encontre-se estressado, poderá apresentar um fluxo salivar baixo. Isto compromete a auto-limpeza favorecendo a formação da saburra lingual e possibilitando a manifestação da halitose.
E se o problema não for bucal? 
Se a causa identificada for outra que não a odontológica, o especialista encaminhará o paciente a um médico pertinente. É de fundamental importância essa integração entre as áreas médicas, paramédicas e odontológicas. Grande parte do insucesso nos tratamentos ocorre justamente pelo não conhecimento abrangente dos fatores causais da halitose.
Todas as pessoas têm mau hálito? 
Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico. Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da flora bacteriana anaeróbia proteolítica. Quando esses microrganismos atuam sobre restos epiteliais descamados da mucosa bucal e sobre proteínas da própria saliva, geram componentes de cheiro desagradável (metilmercaptana, dimetilsulfeto e principalmente sulfidreto, que tem cheiro de ovo podre). São os compostos sulfurados voláteis, conhecidos abreviadamente por CSV. Após a higiene dos dentes (com fio dental e escova), da língua (com limpador lingual) e após a primeira refeição (café da manhã), a halitose matinal deve desaparecer. Caso isso não aconteça, podemos considerar que o indivíduo tem mau hálito e que este precisa ser investigado e tratado.
É possível que eu tenha mau hálito e não saiba disso?
Sim. As pessoas que têm um mau hálito constante, por fadiga olfatória, não percebem seu próprio hálito. Somente as pessoas que têm períodos de halitose e períodos de normalidade conseguem percebê-lo.
Como eu posso saber se tenho ou não mau hálito? 
A maneira mais simples de identificá-lo é pedir a um familiar ou a um amigo de confiança que faça essa avaliação para você. Caso você identifique o problema ou caso você se sinta constrangido a pedir a alguém que o avalie, pode procurar um dentista para que este possa ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento da halitose. Atualmente, e cada vez mais, existem dentistas interessados no assunto, e muitos deles até já dispõem de um aparelho para medir e avaliar seu potencial de halitose.
Então, dá para se medir o hálito? 
Sim, atualmente existe à disposição dos profissionais interessados um aparelho chamado Halimeter@, que é capaz de medir compostos sulfurados voláteis e que serve para orientar quanto à gravidade da halitose e quanto à melhora e à cura durante o tratamento. Também é útil para demonstrar claramente para certos pacientes que eles não possuem nenhum cheiro desagradável na boca, quando este é o caso. Certos pacientes halitofóbicos ficam muito apreensivos, com medo de terem halitose e desconhecerem o fato.
Qual a causa do mau hálito? 
É muito bom que se diga que os casos de halitose não podem ser explicados por um único mecanismo. Existem casos de halitose tanto por razões fisiológicas (que requerem apenas orientação) como por razões patológicas (que requerem tratamento); por razões locais (feridas cirúrgicas, cárie, doença periodontal etc.) ou sistêmicas (diabetes, uremia, prisão de ventre etc.). Por isso, pode-se concluir que todas as possíveis causas devem ser investigadas e que o tratamento será direcionado de acordo com a causa identificada. No entanto, 96% ou mais dos casos de halitose se devem à presença de saburra lingual e, assim, devem ser tratados.
Se a saburra é formada microrganismos, o mau hálito é contagioso?
Não. A saburra somente se forma em pessoas com predisposição à sua formação. Por isso, é muito comum observarmos casais em que apenas um dos parceiros apresenta hálito muito desagradável, a ponto de incomodar o outro.
O que predispõe à formação de saburra? 
A causa primária da formação de saburra é a leve redução do fluxo salivar, com a presença de uma saliva muito mais rica em mucina ("gosmenta") e que facilita a aderência de microrganismos e de restos epiteliais e alimentares sobre o dorso da língua. É bom que se diga que existem vários graus de redução do fluxo saliva; quando a redução é severa (de 0 a 0,3 ml/minuto, sob estímulo mecânico), já não encontramos saburra, mas sim, outros tipos de desconforto. A medida do fluxo salivar (sialometria) deve ser feita por um profissional habilitado para isso. Também é importante a avaliação das causas da redução do fluxo salivar para que se possa decidir sobre o tratamento. Uma causa bastante comum é o "stress" constante.
Como se livrar da saburra e do mau hálito?
Existem pelo menos 3 abordagens:
1. Remoção mecânica da saburra por meio de limpadores linguais. Existem vários modelos de limpadores linguais disponíveis no mercado americano; no Brasil, encontramos um limpador lingual muito eficiente (modelo em forma de "V").
2. Manutenção da superfície lingual o mais oxigenada possível, com o uso de oxidantes. Existem vários oxidantes no mercado que podem ser úteis para esse fim; desde a água oxigenada (usada diluída), o Amosan, até os de última geração (geralmente formulações com um componente antimicrobiano e um oxidante potente). Provavelmente, em pouco tempo, encontraremos no mercado, à disposição apenas dos profissionais, um desses produtos, com o nome de "SaudBucal".
3. Identificação da causa da redução do fluxo salivar para que se possa estabelecer o tratamento adequado. As duas primeiras abordagens garantem um hálito agradável; porém, exigem a manutenção desses cuidados. A terceira abordagem, uma vez realizada com sucesso, garante resultados mais duradouros, sem a necessidade de manutenção do uso de produtos para o controle de saburra, porque esse procedimento corresponde à eliminação da causa primária.

Tenho gastrite. Acho que é por isso que tenho mau hálito. 0 mau hálito pode vir do estômago?
Não. É muito comum os pacientes pensarem dessa forma incorreta. Também é muito comum pacientes com gastrite terem mau hálito. Vamos explicar melhor esse mecanismo: à medida que a saburra se forma, ela passa a ser um meio propício também à instalação e à proliferação de microrganismos patogênicos cuja porta de entrada é a boca.
São exemplos os microrganismos causadores de doenças pulmonares, gastrintestinais e até mesmo de amigdalites e de doenças periodontais. No caso da relação halitose versus gastrite, a redução do fluxo salivar propicia a formação de saburra, a qual permite que o Helicobacterpilor se instale no dorso lingual, prolifere e aumente em número, podendo chegar ao estômago e desencadear a gastrite. Na verdade, a manutenção do fluxo salivar em condições normais não evita apenas a formação de saburra e mau hálito, mas também previne a possibilidade de o paciente se tomar predisposto a gastrite, pneumonia, amigdalite, periodontite etc.
Já consultei vários profissionais sem ter a Solução para o meu problema.

Dor de cabeça

A sociedade internacional de dor craniofacial classificou, em 1988, em Oslo, na Noruega, várias moléstias que provocam dores de cabeça.
Entre elas, estão as de origem vascular; as neuralgias (dores nos nervos e suas ramificações); as dores de cabeça após trauma, infecção ou relacionadas com o metabolismo; as dores em dentes e aquelas relacionadas às desordens temporomandibulares (articulação entre a mandíbula e o crânio localizada perto do ouvido, mais precisamente no osso temporal), também conhecidas como DTM – disfunção caracterizada pela perda gradual da mobilidade mandibular, ou seja, da movimentação da mandíbula nos movimentos de abertura e lateralidade.
A DTM está intimamente ligada ao aparelho mastigatório, ou seja, dentes, músculos, ligamentos, articulações e ossos, e normalmente apresenta causas diversas como problemas emocionais, hormonais, locais, anatômicos e parafuncionais (atividades não funcionais, danosas ao sistema mastigatório e aos dentes). A mais comum delas é o bruxismo, ato de ranger os dentes durante a noite.
As más oclusões dentárias (quando o arranjo estético e o funcional não são aceitáveis) também podem agir como fatores desencadeantes e perpetuantes das dores nas articulações temporomandibulares e faciais.
Elas têm sido associadas a problemas de dores de cabeça desde os anos 60, e certamente contribuem para alguns quadros de dores orofaciais, localizadas nas regiões da cabeça e pescoço.
Um arranjo oclusal correto (organização das arcadas e o relacionamento entre elas) é importante para a estabilidade articular e muscular do paciente. Essas condições são particulares, devem ser diagnosticadas por dentistas e tratadas através de trabalhos restauradores e reabilitadores bucais.
As soluções variam a cada caso: próteses fixas ou removíveis, implantes, restaurações ou dispositivos fixos ou removíveis.
Sendo assim, é importante que se faça um diagnóstico preciso para que se estabeleça um tratamento adequado. Para isso, é necessário o trabalho em conjunto de uma equipe multidisciplinar, composta por otorrinolaringologista, neurologista, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e dentista.
As pesquisas nessa área se intensificam a cada dia. Novos tratamentos estão sendo estabelecidos para tratar estas condições e minimizar as conseqüências.

O que é ATM?


ATM é a abreviatura de “Articulação Temporo Mandibular”. Essa articulação situa-se logo à frente do ouvido e é responsável pelos movimentos executados pela mandíbula.

O principal indicativo de uma alteração na ATM é o estalido (clique), normalmente acompanhado de dor que se manifesta na cabeça, face, pescoço, olhos e dentes. A ausência de dor não é sinal de normalidade.
O estalido (clique), por si só, já traduz problemas nas ATMs.
Toda e qualquer doença necessita de mais de um fator para a sua ocorrência. O fator principal dos fatores que contribuem, modificam ou perpetuam a doença.
Nesta imagem você consegue identificar quais os musculos que são mais afetados e a localização da ATM, local que une a mandibula ao cranio, bem próximo da orelha.


No caso da disfunção das ATMs, acredita-se que o fator principal seja a Maloclusão (relacionamento inadequado entre os dentes do maxilar e a mandíbula), e um dos causadores poder o stress, os hábitos parafuncionais e algumas doenças sistêmicas os hormonais capazes de contribuir, modificar ou colaborar no seu aparecimento.
Contudo, sabe-se que a ordem dos fatores principais e secundários pode alterar-se, havendo diferentes pesos no julgamento de quem é o agente iniciador da disfunção.
Para que se tenha idéia da importância desta patologia, cerca de 50% dos casos de cefaléia (dor de cabeça ) crônica são provenientes de disfunção da ATM.
Como é o tratamento da ATM?
Através de placas de mordida, aparelhos ortodônticos, medicação e reabilitação protética, conforme o caso, nossa clínica oferece o que há de melhor em Disfunção da ATM.
Quais os principais sintomas da ATM?
- dores de cabeça na região da testa, fundo de olho e nas têmporas;
- dores de ouvido;
- zumbidos no ouvido;
- dificuldade para mastigar, principalmente alimentos duros;
- dores durante a mastigação;
- tonturas;
- vertigens;
- barulho próximo à orelha ao abrir e fechar a boca;
- desgaste dental excessivo;
- sensação de travar a mandíbula.
Por que acontece o estalo no queixo?
Entre as faces articulares dos ossos que compõem as ATMs (osso temporal e côndilo da mandíbula), existe uma estrutura fibrocartilaginosa chamada disco articular, cujas principais funções são amortecer e amoldar as superfícies ósseas incongruentes da articulação, evitando traumas e desgastes prematuros.
Quando o disco articular se desloca de sua posição fisiológica, acontece o estalo (clique), notado nos movimentos mandibulares, tais como: falar, mastigar, cantar bocejar, etc...
ATM pode causar dor de cabeça?
Sim. As dores de cabeça provenientes das disfunções de ATMs, em geral, não s]ao propriamente de cabeça: são dores nos músculos que envolvem a cabeça. Posições posturais viciosas, relacionamento dental inadequado, apertamento e/ou ranger de dentes, associados ao “stress” , normalmente culminam em quadros crônicos de dores nos músculos da face, da cabeça e do pescoço.
ATM pode causar dor de ouvido?
Sim. A proximidade entre a ATM e o ouvido pode ocasionalmente confundir o paciente sobre o local de origem da dor. Na realidade, a dor de ouvido é diferente da dor de ATM. Como diagnóstico diferencial, as disfunções das ATMs não manisfestam febre, não eliminam secreção pelos ouvidos e não são acompanhadas por quadros infecciosos das vias aéreas superiores.

Qual a relação entre os dentes e a ATM?
Sim. O “encaixe dental” (oclusão) é responsável pela posição do côndilo (cabeça da mandíbula) dentro da articulação. Ocluir dos dentes mais para a frente, para trás ou para os lados traz conseqüências para as ATMs. O ideal é que a oclusão tenha um relacionamento adequado, para manter côndilo e disco articular harmônicos e bem posicionados entre si, a fim de que a articulação seja saudável.
Qual é o tratamento de ATM?
Promover uma oclusão dentária que permita um bom relacionamento entre as estruturas da ATM e remover os fatores que possam estar associados ao problema.
Através de placas de mordida, aparelhos ortodônticos, medicação e reabilitação protética, conforme o caso, nossa clínica oferece o que há de melhor em Disfunção da ATM.
Quais as consequências do não-tratamento?
A disfunção temporomandibular é uma doença que, depois de instalada, é quase sempre progressiva. O que não se consegue determinar com exatidão é a sua velocidade de progressão e as suas conseqüências. Portanto, o ideal é o tratamento precoce, que certamente proporciona melhores soluções e resultados.
Fonte:http://www.steticlin.com.br/ATM.asp